Os profissionais de comunicação em Nampula são instados a pautarem pela responsabilidade e inclusão, no exercício das suas actividades, para que não desviem as atenções da sociedade que tanto acredita nas notícias por eles veiculados.
“É preciso que, durante o exercício da nossa actividade, olhemos muito a questão da responsabilidade que temos para com as comunidades, porque uma notícia vinculada num órgão de comunicação social é considerada verdadeira, e é acreditada pelas comunidades. Então, se não formos responsáveis naquilo que dissemos, corremos o risco de desviar a sociedade, que é o nosso público alvo”, frisou a representante do Secretariado Provincial do Sindicato Nacional de Jornalistas (SNJ) em Nampula, Adina Sualehe, esta quinta-feira, durante as celebrações do Dia do Jornalista Moçambicano.
Os apelos vão em concordância com o lema escolhido para este ano, para celebrar a data, que é “SNJ, 46 anos por um jornalismo responsável e inclusivo”.
Na ocasião, alguns jornalistas defenderam a necessidade de socialização da lei de imprensa, principalmente ao nível das instituições públicas, para facilitar o acesso à informação.
“O maior desafio é realmente conseguir e trazer notícias interessantes e credíveis para a sociedade, e que as fontes estejam disponíveis, este é um desafio permanente”, disse Rosa Inguane, jornalista da Agência de Informação de Moçambique.
Alguns populares, como é o caso de Paulo Nunes, foram da opinião que o jornalista não deve cingir-se na recolha de informação nas cidades, mas também em áreas remotas, onde a população passa por várias necessidades.
