Lixo continua a ser ameaça à saúde pública no Waresta

Lixo continua a ser ameaça à saúde pública no Waresta

O atraso na remoção de lixo no mercado grossista de Waresta, na cidade de Nampula, situação que se agravou com a época chuvosa em curso, devido a mistura dos residuos com água estagnada, provocando deste modo cheiro nauseabundo, continua a constituir atentado à saúde dos vendedores e os clientes, para além de condicionar a circulação.

O chefe daquele mercado, Inácio Pilo-pilo, que também se mostrou preocupado com relação ao problema, explicou que notificou as autoridades municipais, para efeitos de remoção do lixo, porém a edilidade alega que a avaria das máquinas (pá escavadora, tractores entre outros), destinadas a remoção e transporte dos resíduos, estavam a condicionar a solução do problema.

“Antes, as máquinas faziam recolha e transporte de lixo de duas em duas semanas, mas com as avarias tem sido complicado fazer a gestão da situação. Tive um encontro com as autoridades municipais, onde fiz pedido de colocação de contentores, mas ainda não tive a resposta”-explicou Pilo-. Pilo.

Norberto Luciano, vendedor que exerce as suas actividades naquele mercado, debaixo de mau cheiro, por ter a sua banca numa área próxima a uma poça de água estagnada, disse que tinha a noção de que a sua saúde e dos clientes correm perigo.

Custodio Romieque, cliente, disse que “com este ambiente, corremos risco de apanhar doenças, é triste mesmo”